Há um pouco mais de uma semana, o vice-presidente do Gartner encontrou o cantor / compositores o advento dos ‘chatbots”, como a explosão de Inteligência Artificial. E, mais cedo ou mais tarde, esse patrocínio, mais próprio das páginas de ficção do que as de um jornal, se exibe como uma tecnologia real. Artífice de tal promoção é da startup catalã Caravelo.
Iñaki Úriz, CEO da organização. Eles foram pioneiros em aproximá-los até as companhias aéreas. Trata-Se, nada menos, do que de um chatbot “que tem êxito em cada plataforma de mensagens que o usuário poderá dizer”, conta Úriz.
Seu nome é Nina. Embora o momento, fala inglês, em um mês vai domar o português. Entre os contatos de amigos e familiares, ela personificará a companhia aérea da agenda do usuário. “Na sua listagem estará, por exemplo, Pepe Iberia ou James da British Airways”, ilustra o CEO.
Com Nina se converse diretamente. Você saludas e, de talento vantajoso, expõe tudo aquilo que podes fazer por você. É apto de realizar funções como reservar, variar ou cancelar a reserva de um voo, avisar se o check-in está aberto, consultar a porta de embarque ou quantos quilos é possível levar pela bagagem.
Ao fim e ao cabo, trata-se de uma discussão por chat com um robô que faz reservas e resolve consultas. Foram a finlandesa Finnair, a britânica Thomas Cook, e a mexicana Volaris as que mais têm apostado fortemente na integração dessa sorte de atendimento ao freguês personalizado.
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Agora, Úriz também deixa despencar com a British Airways estão em fase de testes. Será no âmbito do World Passenger Simpósio, que terá ambiente no Dubai esta semana, no momento em que Thomas Cook coloque sobre a mesa o prato robusto de mão-de-Caravelo.
da internet para o aplicativo e, sem demora, pelo chat. Partem da premissa de que o usuário passa a maior quantidade de seu tempo nas aplicações de mensagens. E não em outras. Desta maneira, Nina se acha operacional no Facebook Messenger, Slack, Hipchat, As, WeChat. Falta, entretanto, a mais popular. Parece que os primeiros passos que darão as companhias aéreas. Com tudo, estes catalães querem introduzir os chatbots bem como em outros setores.
Empresas como a KLM imediatamente implementaram a sua versão peculiar: um bate-papo com funcionalidades iguais, todavia com resposta humana. Chame-Nina ou James, o chatterbox dos catalães substitui as pessoas por algoritmos de machine learning e deep learning, que oferece inteligência ao sistema.
A ligação ao sistema de reservas, CRMs ou sistemas de pagamento, além de outros mais, permite que você execute ações. Também, conta com uma rede de conexões pra todos os serviços de entregas em diferentes partes do mundo. Justamente desta maneira, em um futuro: “deve ser capaz de apresentar abundantes idiomas”, propõe o CEO.