Penrose, no Museu Cosmocaixa. BARCELONA.- “Quais são as leis que regem o nosso universo? Como as conhecemos? Como poderá utilizar este conhecimento para entender o mundo e com isto nortear tuas ações em nosso proveito?”. Estas são as eternas, gigantescas perguntas que enfrenta Roger Penrose, em seu novo livro, ‘A trajetória pra verdade’ (ed. Museu CosmoCaixa Barcelona.
Pergunta.- Tanto o título como o subtítulo de teu novo livro são muito ambiciosos. Até que ponto queremos dizer hoje que a física podes nos explicar o trajeto, a verdade e que agora queremos ter à nossa persistência um guia completo as leis do Universo?
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Resposta.- Bom, com este título não almejo recomendar que, no encerramento do livro, o leitor chegará a dominar a realidade, é claro. Meu intuito é apenas exibir um mapa provisório para deslocar-se explorando o mundo, seguindo o trajeto que nos sinalizam matemática. Quanto ao subtítulo, afirmo que foi uma ideia da minha editorial e a mim me pareceu bastante exagerado, todavia, no encerramento, me convenceram de que ajudaria a atrair mais leitores potenciais.
P. – Por todo o caso, o R. – Isso é exatamente o que tento apresentar no decorrer de todo o livro. Toda a ciência moderna, e sobretudo a física, depende das noções matemáticas. Sem a matemática, a ciência não podes progredir. P. – De fato, o livro está repleto de fórmulas matemáticas. Você não teme que isto carregue a vários leitores alérgicos às equações, que poderá parecer um texto muito complicado? R. – Desde deste modo, minha vontade nunca foi publicar um livro pra especialistas, porém pra qualquer leitor interessado nestas perguntas.
porém, reconheço que as fórmulas conseguem amedrontar algumas pessoas, e é sendo assim que eu tenho feito todo o possível pra mostrar a matemática que contém o livro de uma forma acessível que não tenha ninguém. P. – O livro pretende-se realizar um detalhado diagnóstico do estado da física atual, pela tentativa de dominar as leis que governam o Universo. Qual é a visão global que emerge desta análise?
R. – Meu intuito foi apresentar um guia das leis que sabemos ou não temos dúvidas compreender. Há muitas leis que ainda não entendemos, e isto se reconhece explicitamente no livro. A primeira mensagem crucial é o que de imediato mencionei em um momento anterior: as matemáticas representam o pilar fundamental da Física. Ao mesmo tempo, eu quis deixar claro que ainda há algumas áreas que não compreendemos, embora alguns digam o contrário. P. – O Big Bang, O R. – sim, as coisas não estão tão claras por este terreno.
Um dos fenômenos que descrevo nesse livro, e que eu acho prosseguir a construir na minha próxima obra, é a singularidade do fenômeno do Big Bang. As condições do Universo no momento de seu nascimento, eram muito especiais, e muito organizadas. Precisamos de uma suposição para explicar todo esse modo, porém ninguém o conseguiu. Eu tenho uma proposta: a minha ideia, que eu início a mostrar em ‘O caminho pra Verdade’- é que houve uma fase anterior ao Big Bang, um método expansivo, parecido ao que existe hoje. Portanto, por este sentido, o Universo não nasceu com o Big Bang, porém que teve tua origem em estruturas anteriores. P. – o Que os algumas enigmas persistem?
R. – Muitos. Eu questiono, tais como, que a mecânica quântica atual seja uma hipótese encerramento, que conseguirá resolvê-lo todo. Como Einstein, acho que como muito é uma suposição alternativa para compreender o universo subatômivo, porém carecemos de uma nova suposição qualificado de comparar o muito menor e o muito extenso. Alguns se atrevem a prever que, muito em breve, chegaremos a uma “suposição do tudo” para unificar todas as leis do Universo, porém me parece uma visão muito otimista.
Em qualquer caso, talvez seja melhor deste modo, porque se consiguiéramos essa famosa “teoria do todo”, a física seria bem mais chato. P. – que nos últimos tempos tem ressurgido bastante tensão entre a ciência e a religião, como refletem os conflitos entre darwinistas e criacionistas nos EUA. O Big Bang bem como levanta o mesmo problema: o R. – Eu não sou religioso, no mínimo no significado de pertencer a uma congregação religiosa. E eu prefiro não usar a expressão Deus, porque pra começar, não está claro o que quer dizer.