Pedro Sánchez, que está vivendo uma experiência única. Na semana passada, ele viajou para o Japão pra participar da cúpula do G-20. Visão panorâmica. O homem que, há três anos, foi empurrado para fora da política por se recusar a investir, Mariano Rajoy, pousava sorridente pela imagem de família do poder mundial.
Haverá que ter presente esse contraste de vivências pra fazer uma idéia do mês de julho do ano que nos espera. Em Osaka, o presidente português viajou a Bruxelas para participar no Conselho Europeu que você deve renovar os principais cargos da União. Gymnasium europeu. Sempre bem assessorado, Sánchez conseguiu que os principais negociadores se reunissem em um escritório, presidido pela bandeira de Portugal.
- Presidente: Marcelino Igrejas (PSOE-Aragão)
- Lérida: Perto de Lérida
- O “Ano internacional das línguas indígenas” de acordo com a ONU.[7]
- Voltar para a gestão convencional dos bens
Mensagem: Portugal volta ao quarto de máquinas. Portugal volta a revelar. No Gymnasium, porém, se você não for cuidadoso, você quebrar uma perna. Finalmente, alemães e franceses recompuseram a ordem, repartiendose os 2 postos-chave: as presidências da Comissão e do Banco Central.
uma vez que Portugal é necessária para compensar a aliança italiana com os nacional-populistas do grupo de Visegrád, Sánchez poderia salvar o video. Não ganhou como negociador chefe dos democratas, mas conseguiu a nomeação de Josep Borrell, como responsável máximo da diplomacia europeia. Má notícia pros independentistas catalães. Sánchez, o homem que faz nesta ocasião 2 anos, foi transferido pros inesquecíveis do PSOE, foi recebido em Bruxelas a confirmação episcopal do eixo franco-alemão. Crisma e imposição de mãos. “Pedro, não te vires pra cima, que por aqui se quebram as pernas”. A política é um aprendizado constante.
Sánchez volta de Bruxelas mais endurecido. Não aprecia perder. Que mês de julho nos espera. Conta a lenda que, Mariano Rajoy, falou uma vez a Felipe González: “Eu me ocupo de Soria, não da Síria”. “Eu me ocupo da Europa, não da investidura”, vem a discursar o presidente em funções.
A investidura cairá sozinha, por ausência de escolha e por pavor da repetição de eleições. Esta é a mensagem. Não há negociação. Há luta pelo relato. Os socialistas sabiam que ontem chegou o Sétimo de Cavalaria. Com o ir do meio-dia apareceu a pesquisa mensal do CIS com uma estimativa muito favorável pro partido socialista e uma projeção para miúdo, para Unidas Podemos. O Partido Socialista entende hoje o relato. Se o pc de Sánchez tem uma fé absoluta nas pesquisas, a sorte neste momento estaria passo: propiciarían a repetição eleitoral, carregando a culpa no Local e Podemos, pra poder arrasar em novembro.