John Fitzgerald Kennedy, o 35 ° presidente dos EUA, deixa no ar a possibilidade de uma nova América, em um discurso de investidura histórico. “Não se pergunte o que poderá fazer o teu estado pra ti, no entanto o que poderá fazer tu por teu país”, desafia seus compatriotas. Tinha pela frente 2 anos, 10 meses e dois dias de uma presidência, que marcou um antes e um depois na comunicação política.

Nós da escandinávia Harvard, anos como congressista —de 1946 a 1952— e senador—1952-1960— e muito de estratégia. Como é que se construiu a marca Kennedy? Kennedy soube percorrer tua figura no meio adequado. Aquele que despontava, e nenhum outro sabia ainda controlar: “Foi muito consciente de que a televisão era importante.

A câmara dava ao cidadão poder para pesquisar o político e ele tinha que saber lidar com isto”, explica Maria José Canel, professora de Comunicação Política da UCM. “Controlar os códigos de tv, foi vital para conquistar a empatia e a confiança dos eleitores”, inclui o consultor Antoni Gutiérrez-Rubi.

A premissa ficou gravada a fogo em manuais políticos: os líderes que não compreendem o ecossistema de intercomunicação dominante em tuas sociedades, fracassam. Agora, a internet marca o abismo. E quem melhor compreendeu, é a equipe de Obama, com a tua legião de seguidores no Twitter. Basta ver outra vez os spots da campanha de 1960 pra olhar como Kennedy controlava o meio. Suas propostas eram dinâmicas, com música, implicando a tua família e os eleitores em frente a um Nixon entediado, plano fixo pra câmera. Sua superioridade ficou clara em vince e seis de setembro de 1960. Era o primeiro debate televisionado da história das eleições americanas.

Nixon e Kennedy, frente a frente. Dois líderes que, apesar de ser somente 4 anos, pareciam de séculos diferentes. O mito conta que Kennedy havia cancelado seus atos pra se aprontar enquanto o republicano, que estava convalescente, havia oferecido esse dia um discurso. Vestiu um terno cinza que não destacava, se recusou a maquiagem e apareceu como um homem cansado, com suor e bolsas ante os olhos.

Desprezou a câmera e perdeu pra JFK e teu bronzeado impecável. Contam as crônicas que aqueles que lhes deram ouvidos na rádio consideraram mais consistente Nixon, mas Kennedy obteve pela tele. Um mito desmontado por Theodore Sorensen —artífice dos discursos do democrata— : “Não foi telegenia, dava-se melhor a mensagem”, considerou.

  • Três Recusou ser candidato
  • Excurso um (o anjo e o livrinho) (Ap 10:1-7)
  • foi removido o de monitoramento por critico de AMLO
  • 250 (conversa) 03:Trinta e sete dezenove de maio de 2017 (UTC)

estima-Se que o debate foi seguido por mais de 70 milhões de espectadores —dez milhões a mais que o primeiro entre Obama e Romney, meio século depois, e isso que nem sequer todas as casas tinham tv—. Kennedy foi o primeiro presidente da era da televisão, o primeiro a se formar em telegenia. Após teu exemplo, os presidentes começaram a governar pra câmeras.

Em ‘Como se vende um presidente’, Joe McGinniss descreve a campanha que levou Nixon à presidência em 1968 contra Hubert H. Humphrey, e como o republicano confessa a seriedade de confiar no teu produtor. “Há que obedecer se você diz como sentar-se ou como fazer mostrar-se a câmara”, citou. Tinha aprendido a lição.

Mas Kennedy não estava só na hora de criar a tua imagem. Com Jackie Kennedy e um rigoroso equipe cultivou uma imagem de família que parecia feliz. Foi uma das chaves do sucesso. A partir dele, a vida privada fazia divisão das estratégias de intercomunicação política: mostre-me como é sua família, como são a tua vida e seus ideais e perceber como pretende governar o meu estado”, explica Gutierrez-Rubi.

“Hoje sabemos que os políticos têm que desenvolver uma história de si mesmos, o que é chamado o ‘storytelling’. Kennedy em frente a essa técnica”, complementa Maria José Canel. Assim, transmitiu uma imagem de um líder forte, entretanto próximo. “Se antecipou à personalização da política. Até dessa maneira, todos falavam da Presidência de uma maneira fria, técnica, e ele se fornece conta de que a política tem que regressar de modo pessoal, com nome e sobrenome. Responde a um conceito de intercomunicação: a presidência tinha que ter uma identidade corporativa e aquela era a de tua família”, incide Canel.

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