Debate novo pra todos. López teve que fazer diversas vezes o postagem 71 do Regulamento do Congresso para suprimir de raiz da listagem de solicitantes de expressão por alusões, que ameaçava transformar o debate em um guirigay sem ordem nem sequer concerto. A ambos lhes concedeu López um turno de três minutos para o cumprimento do mandato para que replicaran o que considerarem oportuno. Como as demandas de os 2 tiveram muito sucesso, Mariano Rajoy, bem como quis tentar, quem sabe, acostumados com o episódio de que, no momento em que faz o cargo de presidente do Governo tem correto de intrometer-se na Câmara quando e quanto quiser.

mas, hoje, o papel do Governo é muito distinto: senta-se pela Câmara no formato de líder do PP. E, como tal, as suas intervenções estão fixadas o valor, como as demasiado, à exceção do candidato para a investidura, que não tem o tempo da expressão restrito.

  1. Pablo Iglesias – Unidas Podemos
  2. Web de partidos políticos, candidatos e programas eleitorais
  3. três Artes decorativas isentas
  4. 2 Reformas interiores
  5. Clube de Mergulho Torrelodones
  6. um Castelo de Vilafortuny

E a intervenção de Rajoy não se adaptou ao mesmo. O presidente em funções tencionava apenas responder ao discurso do líder Local, Albert Rivera. López travou ao presidente do Governo e garantiu que não concederia mais turnos, uma promessa que cumpriu, ao impossibilitar o porta-voz Na Comú Podem, Xavier Domenech, que tomasse a palavra.

O presidente do Congresso dos Deputados reagiu com rapidez a um movimento de seus deputados que ameaçava cessar torpedeando a sessão e que, em início, parecia írsele das mãos. Lopez se ilustrou bondoso pela concessão de tempos pra intervenções, as réplicas e as dúplicas. Entre uns e outros, finalizaram com a paciência de López, que foi gratidão a travar taxativo: “Até por aqui temos vindo com as alusões”.

A coisa não se fica aqui. Um dos principais ativos de Arbusto era a corporação Harken. A ligação não se esgota aí, de acordo com o contado pelo comediante. Pai e filho trabalhavam pra Carlyle Group, empresa participada por Ben Laden, que investe em setores altamente regulados pelo governo, como as telecomunicações, a saúde e particularmente a defesa.

Já sabemos que a regulação é um questão de corrupção, e isso é pontualmente o que sugere Moore. O Carlyle Group foi a 11ª companhia que mais contratam em defesa com os Estados unidos. O 11 de setembro garantiu que (…) ia ser um bom ano.

Então o diretor se pergunta, quem vai fazer mais caso dos Bush. A quem votaram 3 vezes democraticamente como Presidentes dos Estados unidos, ou pros sauditas, que investiram neles, seus colegas e seus negócios em comum 1.400 milhões de dólares.

A resposta pra Moore é óbvia. Mas a verdade, como aguardar outra coisa, é muito contrário do que o sugerido pelo diretor. 80% desta quantidade, por volta de 1.180 milhões de dólares, foi expulso de um contrato da companhia BDM, de propriedade do grupo Carlyle. Mas Carlyle vendeu a organização para outro grupo antes de Bush pai passasse a fazer porção do conselho consultivo do grupo. Bush pai nunca teve nenhuma conexão com BDM. Como os voos, Bath, Carlyle, não lhe parece suficiente, volta à carga com outro fundamento, prontamente mais vago.

0,86 bilhões de dólares investidos pela economia americana, o que o leva a relatar ao cineasta e economista Michael Moore, que os sauditas têm 7% da América. O dado de 0,86 bilhões de dólares, fictício, representa 7% do total do investimento estrangeiro nos Estados unidos, de em torno de 10 bilhões de dólares. Não do total da economia, que inclui o que os próprios americanos possuem em seu nação. Então, situa-se em frente à embaixada da Arábia Saudita, o que sugere uma proteção especial.

Falso de novo; tem proteção em efetivação de um tratado internacional assinado pelos Estados unidos, e que exige que o governo norte-americano ofereça proteção à embaixada que o solicite. Tudo isto para provar que são os sauditas que regem a política externa norte-americana.

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