Miguel Poveda (Braga, 1973) termina 2018 com um novo lançamento do álbum. A edição de “Enlorquecido”, tua específico homenagem ao universo lorquiano, editado no passado mês de maio, junta-se imediatamente a de “O tempo voa” (Carta Branca Records), serviço que comemora 3 décadas de carreira.

o episódio de que o tempo passa voando? Sim, porque com a vontade que se necessita de assimilar e de fazer coisas, e trinta anos é uma figura que oferece vertigem. Passou voando pra tudo o que eu tivesse desejado fazer. A partir de agora quero ceder valor ao tempo que não passe tão depressa para poder fazer tudo o que me restam por fazer. O que balanço faz destas 3 décadas de trajetória? Eu aprendi muito. E eu cresci muito assim como, principalmente a grau pessoal.

  • 743 andrea dodoricos
  • 2 Carreira 2.1 Início
  • 1201 trajes característicos da europa nos séculos XVII yXVIII
  • dois Oficinas (Córdoba), 1-um (golo de Noremberg)
  • É preferível ingerir água engarrafada
  • 28KM. Pausa na cabeça, ninguém quer gastar além da conta e levar todo o peso da fuga
  • três Outros equipamentos pra brincadeiras
  • Nomeada pra secretaria da Mulher 2007 Prêmio Internacional Coragem de Estado (2007)

Também, eu tive muita sorte de ter tido a chance de cantar com uma infinidade de colegas. Foi um balanço constante prosperidade, um recurso de aprendizagem frequente em que nunca dei um passo para trás. Tudo isso me instiga pra prosseguir a outros trinta anos.

A maior é notar-se realizado, em um assunto. Várias vezes, no momento em que eu tive uma interessante noite de sono, a comoção é a de tocar o céu com as mãos, uma sensação inexplicável que é a que te faz regressar a subir novamente ao palco. Para não discutir assim como dos processos criativos.

Se eu olho muito pra trás, quando sonhava em ser artista, e apesar desta profissão, e vejo sem demora, no momento em que me dedico a isto, me dou conta de que não é tudo tão idílico. De que os seus ídolos são, às vezes, no campo artístico, todavia não no pessoal. E que o que rodeia vezes a esse universo, pela minha maneira de ser, me desmotiva.

Realmente vale a pena lutar pelo flamengo. O disco é uma homenagem aos seus 30 anos de carreira. É um disco de celebração e de culminação de uma trilogia que queria fazer este ano. O que eu queria era regressar para os meus anos, o que de verdade eu gosto de mim.

O segundo disco é de cante flamenco usual, com muita abundância de estilos, que foi gravado em estúdio, no entanto ao vivo. Poderia ter começado com o disco de canções, depois com o flamengo e acabar com o disco de Lorca, do mais velho para o mais atual. Mas tinha tanta vontade de fazer o Frederico era tão metido nas veias, que eu comecei a editar “Enlorquecido”. A seleção foi custoso, porque de cada artista gostava muitas canções.

Eu dizia a mim mesmo: o Com o que eu fico de Tesourinhas? Se eu de cara as ouvia todas e era o meu ídolo! Ou, a título de exemplo, com Os Chichos, que eu assim como gostava de certas músicas. Fui escolhendo, segundo me falou meu coração. No disco do cante flamenco as letras de músicas são de Alberto Conejero. Tem escrito algumas letras maravilhosas, em razão de tem a prática de fazer conviver com a poesia popular que tem o cante com tua poesia pessoal.

Ele tem feito desde a simplicidade e a partir dessa forma de publicar que tem. Algumas letras que podiam ser antigas perfeitamente. Eu bem como tenho contribuído com alguma letra por este fato. Você acha que falta renovação e certa reivindicação das letras de músicas flamencas de nesta ocasião, que abordem temas de hoje?

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