MeToo, que promoveu nos EUA para incentivar as vítimas de agressões sexuais em Hollywood, que façam tuas denúncias contra os stalkers. A violação é um crime. Mas o namoro insistente ou desajeitado, não é um crime, nem sequer a coragem é uma ferocidade machista.
Como consequência do caso Weinstein, houve uma consciência legítima da violência sexual contra as mulheres, especificamente no lugar de trabalho, onde alguns homens abusam de teu poder. Ela era necessária. Mas esta libertação da palavra se converte em seu oposto: o
Nos a probabilidade de escrever o dizer, para calar o que conhecerem, e aqueles que se recusam a executar tais ordens são consideradas traidoras, cúmplices! Do outro lado, convoca os homens a achar, no mais profundo de tua consciência retrospectiva, um “posicionamento fora de espaço” que poderiam ter tido, há 10, vinte ou 30 anos, e do qual deveriam arrepender-se.
A confissão pública, a incursão de fiscais autoproclamados pela esfera privada, que se instala um clima de sociedade totalitária. A onda purificadora parece não ver quaisquer limites. Os editores neste instante pedem que os personagens masculinos são menos “sexista”, que falemos de sexualidade e afeto com menos desproporção, ou que garanticemos que o “trauma experimentado pelos personagens femininos” seja ¡ ¡À beira do brega, um projeto de lei na Suécia quer determinar um consentimento expressamente notificado para qualquer candidato pra ter relações sexuais! Em cada momento, dois adultos que queiram dormir juntos consultam primeiro numa “aplicação” de seu telefone um documento no qual estarão devidamente listadas as práticas que aceitam e os que o rejeitam.
O filósofo Ruwen Ogien defendeu uma independência de ofensa indispensável para a criação artística. Do mesmo jeito, defendemos uma independência pra importunar, indispensável para a autonomia sexual. Agora estamos suficientemente informadas pra admitir que o instinto sexual é, por meio ambiente, ofensivo e selvagem, contudo também somos suficientemente clarividentes como pra não confundir o namoro desajeitado com o ataque sexual. Como mulheres, não nos reconhecemos nesse feminismo que, além da denúncia dos abusos de poder, assume o rosto do ódio para com os homens e a sexualidade.
nós Acreditamos que a independência de dizer não a uma proposta sexual não existe sem a independência de invadir. E acreditamos que precisamos saber responder a esta liberdade pra importunar outra forma que encerrándonos no papel da barragem. Para aquelas da gente que escolhemos ter filhos, achamos que é melhor elaborar as nossas filhas, pra que estejam conscientes e sejam suficientemente conscientes para viver, sem intimidação ou responsabilidade. Os contratempos que são capazes de ter conexão com o corpo humano de uma mulher, não obrigatoriamente comprometem-se com dignidade e não devem, por muito difíceis que sejam, convertê-la obrigatoriamente em uma vítima perpétua. Porque nós não somos redutíveis ao nosso organismo.
a Nossa independência interior é inviolável. E esta autonomia que valorizamos não está isenta de riscos ou responsabilidades. Ok, há pontos válidos nessa declaração, o perigo de que todo namoro ou toda interaccion com intuito de seduzir terminar a criminalizar, entretanto assim como um monte de erros.
- Cinco Screem Award
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- TÊNIS – SÃO PAULO Wozniacki segue Serena
- Secretário-Geral: Luis Cerruti (UF-COA)
Tem que ver assim como as diferenças culturais entre a França e os EUA -ou entre a Europa em geral e EUA-, especialmente pela maneira em que se relacionam com homens e mulheres. Nem imagino onde começar com esta avalanche de bobagens intelectualmente desonestas. Ninguém diz que os comentários sexuais inadequadas no lugar de trabalho e a violação são similarmente maus, ou que a lei tem que enjuiciarlos da mesma forma.
Simplesmente dizem que ambos são completamente inaceitáveis, e que ambos existem em um continuum de comportamento patriarcal que auxilia para a diminuição, desumanização e sufocamento das mulheres. MeToo de infantilizar as mulheres, no entanto depois se vira e infantiliza os homens. Os homens que por aqui se representam não podem ser controladas, não podem deixar de “perturbar” e “tentar usurpar um beijo” ao longo das poucas horas que passam no serviço.