�Por que decidiu investigar o capitalismo latino-americano? Resposta. Quando eu comecei esse projeto para ver para a estrutura de grandes organizações locais, eu me perguntei por que todos os ignoravam. Havia várias pessoas investigándolas em outras escolas de negócios, no entanto estavam muito focados no que era rentável e novas dúvidas típicas destas escolas. Eu queria formular dúvidas mais amplas sobre quais eram tuas estratégias de conjunto, como se diversificaban, por que se diversificaban, por que se concentravam em certos setores, geralmente relacionados com recursos nacionais ou matérias-primas.
Não havia cientistas políticos trabalhando com isso. Há muito o raciocínio de que os negócios devem ter muita interferência na política, mas ninguém estava olhando para estes grupos, em particular, para observar o que os fazia mais ou menos influentes pela política.
P. E quais são as principais decorrências desses dez anos de pesquisa? R. é que eu chamo o capitalismo latino-americano como capitalismo hierárquico. Nunca adorei do nome e a todo o momento me disseram que procurasse outro, porém eu não achei e, ademais, dá certo para o que eu aspiro contar. O que eu queria observar era se havia algo distinto da américa Latina como um todo em ligação a algumas regiões. Há muito trabalho que compara o Brasil com a Argentina, o Chile, o México, todavia ninguém diz que é comum pela região e que a diferença de outros países. Desta maneira, com esse livro, eu descrevo por este específico capitalismo. Localizei que o capitalismo estava mais ou menos institucionalizado.
P. O Que há diferente do capitalismo pela américa Latina? R. São 4 coisas. Uma é uma profunda penetração das organizações multinacionais. A metade ou um terço das maiores corporações de cada país, ou mais, no caso da Argentina, são estrangeiras.
- Nina Merli, um centro de vanguarda
- Planejamento deficiente: 44%
- um Bulletin Board System
- Especialização em Estruturas
- “Não há riba não obstante em nasi’ah (atraso)”.[423][424][425]
- Thom Shanker, F82, The New York Times, Semelhante em Washington, D. C
- 37 Usuário:E&S SA DE CV
Segundo, grandes e diversificados conglomerados familiares. Terceiro, um mercado de trabalho segmentado: há muita alteração de pessoal, um grande setor informal e altas regulamentos. Quarto, pequeno nível educacional. Extenso porção do livro é a respeito como esses quatro elementos estão ligados. Como é que empresas como a Arcor nas guloseimas ou Votorantim no Brasil interagem com o mercado de serviço? Como estão os trabalhadores com as competências que precisam se não estão acessíveis no mercado de serviço?
O modo em que as regulamentações trabalhistas funcionam incentiva os trabalhadores a ficar nas organizações que lhes são capazes de propiciar a formação de que devem. As corporações não tomam muitos trabalhadores com alta capacitação, pra que os trabalhadores não têm muitos incentivos para investir em sua própria geração. Isto é o que eu chamo de um equilíbrio de baixas habilidades. Uma das coisas que eu queria perceber é por que não há uma superior pressão pra educação. Você localiza que as corporações, em tão alto grau multinacionais como grupos nacionais, gostariam de trabalhadores mais escolarizados e armarían uma espécie de coligação pra educação, porém não descobri nenhuma evidência disso.
Existe um trabalho do Banco Interamericano de Desenvolvimento, que confirma que as corporações organizam tuas próprias capacitações e desse modo não necessitam pressionar pra que melhore o sistema educacional. A amplo mensagem deste livro é: vocês tem esse problema de treinamento e a chave para sair nesse equilíbrio de baixas competências, do capitalismo hierárquico, é com a educação. P. Por que o ligue hierárquico?
R. Não é um livro para fazer juzgamientos. Este modelo de capitalismo faz várias coisas bem, entretanto não leva naturalemente e por sua conta a um desenvolvimento mais equitativo e sustentável. O hierárquico é para distingui-lo de outros tipos de capitalismo. Há um modelo anglo-saxónico, de mercados livres, grandes sacos, de domínio dispersa das corporações, poucas regulamentações trabalhistas. Depois estão os modelos coordenados da Escandinávia e Alemanha, em que os sindicatos fortes e grandes corporações negociam.