O jornal dominical The People se perguntou onde a Família Real Britânica e o Serviço Secreto Britânico. Porém, pesquisas que levaram a cabo em França, não deram sinal algum de tal conspiração. Jonikal, pertencente a Dodi, no mar Mediterrâneo.

Tinham planejado passar a noite no Hotel Ritz Paris, cujo dono é Mohamed Fayed, pai de Dodi), encontrado pela Praça Vendôme, em Paris. Posteriormente, na manhã continuariam a tua viagem a Londres. Todavia, os planos de permanecer no hotel mudaram e tomaram a decisão de comparecer para o apartamento privado, que possuía Dodi perto do rio Sena.

Henri Paul, Chefe de Segurança do Hotel Ritz, havia preparado um plano para bater em retirada dos paparazzi que os vinham perseguindo desde o cruzeiro. Um automóvel sairia primeiro do Ritz como isca pra trazer a massa de fotógrafos na entrada do hotel e mais tarde sairiam da princesa de Gales e Al-Fayed, por uma das portas traseiras. Não houve nenhum calha de segurança que previniese este acontecimento.

O sinistro chegaram inúmeros fotógrafos que, sem importar o que estava acontecendo, seguiram a tomar fotografias. Diana, princesa de Gales, gravemente ferida, murmurava: “Oh, Deus”. Para quando as equipes de emergência chegaram ao ambiente onde ocorreu o acaso e expulsaram os paparazzi, a princesa de Gales, murmurou: “Deus, como dói, como dói”. O médico que a atendeu desmentiu, logo em seguida, que a princesa murmurara aos paparazzi “Vivei em paz”.

Na cena morreram o motorista Henri Paul e o companheiro e companheiro da princesa, Dodi Al-Fayed. Entretanto, os bombeiros tentaram reanimar a Dodi durante quase uma hora até que foi declarado morto à 1.30 a.m. Henri Paul foi declarado falecido ao ser expulso de entre os destroços do veículo.

Ambos foram levados pro Instituto de Medicina Forense, uma necrotério em Paris, não a um hospital. A autópsia determinou que a razão da morte. Trevor Rees-Jones e a princesa de Gales, seguiram com vida, o primeiro com lesões múltiplas no rosto; e a princesa, que estava sentada no assento correto posterior, mantinha-se consciente. Trevor era o único ocupante em usar a todo o momento o cinto de segurança. Um dos primeiros paparazzi em vir à cena informou que a princesa estava recostada em sua cadeira (também foi dito que, no momento do acontecimento ela se abaixou no chão do carro). O paparazzi tentou tirá-la do veículo, porém seus pés estavam presos.

Então alegou-lhe que se mantivesse consciente e que a assistência vinha a caminho. Não se observava qualquer resposta da porção da princesa, só oscilação. O doutor não observou nenhuma ferida superficial, todavia sim que ela estava em estado de choque.

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Além do que lhe forneceu oxigênio. À chegada da polícia, os sete paparazzi no lugar foram presos. A princesa foi levada de ambulância pro Hospital Pitié-Salpêtrière. Tal ambulância parou no meio da avenida pelo menos uma hora, a poucos metros do Pitié-Salpêtrière.

Não foi senão após 2.00 da manhã que a ambulância chegou ao hospital. Foram múltiplas as feridas internas que sofria de Lady Di. Com o embate, seu coração foi deslocado pro lado justo do peito, o que rasgou a artéria pulmonar e o pericárdio. Apesar de a operação que ele praticou, a perda foi irreparável. Posteriormente, as 4.00 da manhã, Diana, princesa de Gales, faleceu. Às 5.30 a.m. Jean-Pierre Chevènement, o portanto Ministro do Interior da França; e sir Michael Jay, o embaixador do Reino Unido, pela França.

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